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Cooperativismo: uma alternativa para a economia sustentável

Sempre costumo dizer que as crises têm seu lado bom. Se por um lado elas nos assolam em problemas, por outro, nos obrigam a buscar soluções. Toda crise nos impulsiona a atravessá-las e portanto, nos fazem avançar.

E perante a crise econômica pela qual temos passado nos últimos dois anos, estou cada vez mais certo de que o Cooperativismo vem despontando como uma das formas de manter a engrenagem em funcionamento.

Mais do que um modelo econômico eficiente, o cooperativismo tem se mostrado uma alternativa para modelos de negócios sólidos que prezam pela inclusão social e desenvolvimento econômico e sustentável de maneira global.

Exemplo disso são as cooperativas de crédito, que vem ganhando espaço e se organizando cada vez mais. Estive há poucos dias em um evento da Sicredi, onde foi possível perceber que o fundamento da colaboração mútua e do crescimento sustentável é o que norteia as atividades do setor, ocasionando sua significativa expansão.

A matéria “Cooperativas faturam R$ 10 bi e exportam para McDonald’s europeu”, publicada pela Folha de S. Paulo, no último dia 14, reforça o importante papel do cooperativismo no setor econômico.

Segundo dados da publicação, cooperativas do setor agropecuário brasileiro vêm alcançando espaço inclusive internacional, movimentando consideravelmente o setor, gerando empregos formais e renda para as localidades onde estão instaladas. E a perspectiva é de expansão, com a busca pelo consumidor do varejo.

Como deputado estadual, lidero as Frentes Parlamentares de apoio à Extensão Rural e a de apoio ao Cooperativismo. A primeira tem por objetivo contribuir para o fortalecimento de extensão rural em nosso estado, apoiando, sobretudo, os pequenos agricultores, com a agricultura familiar e com o desenvolvimento rural sustentável. Portanto, penso que o desenvolvimento de ações efetivas desta comissão passa necessariamente pelo trabalho de fomento às atividades da segunda frente parlamentar, a que apoia o cooperativismo.

Com a criação de cooperativas, o número de produtores acaba sendo ampliado e isso possibilita que a descentralização da produção, permitindo que os pequenos também tenham acesso ao mercado. Além disso, com o espírito de cooperação que move os envolvidos a trabalharem em unidade, a concorrência perde espaço para a vontade e o empenho para crescer. E quando todos trabalham, todos ganham.

E se trabalho é igual a resultado, vamos trabalhar, tanto pela expansão rural quanto para apoiar as ações de apoio ao cooperativismo em todo nosso estado.

Davi Zaia
Deputado estadual – PPS

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